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Dep. Marquezan Jr. fala aos ruralistas e adesguianos em Santa Maria

Dep. Marquezan Jr. fala aos ruralistas e adesguianos em Santa Maria

Em 17 de maio de 2012 agropecuaristas, adesguianos e convidados lotaram o auditório do Sindicato Rural de Santa Maria para ouvir o deputado federal do PSDB.

Da esquerda para direita, Dr Oni Lacerda (Secretário Municipal de Habitação e relarização Fundiária de Santa Maria), Sr Gerson Luiz Viero ( Presidente  da Associação dos Arrozeiros de Santa Maria), Dr Nelson Marquezan Junior, Deputado Federal  PSDB/RS, Sr Sergio Renato Rossi de Freitas ( Presidente do Sindicato Rural de Santa Maria), Dr Roberto Antonio Beltrami (Representante da ADESG/RS em Santa Maria) e o Ten Cel BM  Sidenir Cardoso de Oliveira (Comandante do 1º RPMON da BM).

Em 17 de maio, durante mais de uma hora o deputado federal, Nelson Marchezan, falou para os santa-marienses de um de seus temas preferidos, a transparência na gestão pública. Com a franqueza que tem marcado sua postura de deputado,desenvolveu a palestra com afirmações simples e claras. Já de início causou impacto entre os assistentes quando afirmou que “quem comanda o Brasil são as corporações, mas não as corporações produtivas. São as corporações dos comandos”.

Mostrando-se bem informado, falou que o Brasil está entre os dez países com maior carga tributária, mas também está entre os dez países com menor investimento público. E ao falar das emendas parlamentares, das votações e dos acertos internos no Congresso, disse que “Brasília é um ambiente de negócios”. Em Brasília tudo tem um preço, em todos os níveis do parlamento. Desde os grandes aos seus assessores. Constatou que gente que ganha R$ 3.000 por mês, anda em carro de R$ 200.000. “Isso é Brasília”, para ele.

Depois de causar impacto com revelações dos bastidores da política, apontou para uma solução: ”Não é o modelo partidário que geracorrupção. A grande reforma no combate à corrupção, aos privilégios, é a transparência”.

Deputado Marquezan afirmou que “quem comanda o Brasil são as corporações, dos comandos, e não as produtivas”