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Semana de Atualização 2010 – A Conjuntura Global

Na segunda noite, em 08 Jun 2010, com o tema “A CONJUNTURA GLOBAL: O Cenário Internacional. Os EUA diante da emergência de novos atores”. O Prof. Dr. Paulo Fagundes Vizentini (UFRGS) discorreu de forma objetiva e clara sobre a evolução do sistema internacional a partir do período das grandes navegações e das colonizações, mostrando a criação do império inglês, bem como se estabeleceram as relações entre os povos no período em que começava a se configurar o sistema internacional moderno.

Percorreu a história das relações internacionais ao longo dos séculos XVI a XX, para explicar a forma como se construiu o sistema contemporâneo, expressando as raízes desta realidade. Falou sobre o sistema mundial ao longo do tempo, a constante assimetria internacional e como surgiu a desigualdade entre as nações. Sobre a realidade do século XX explicou os comportamentos estratégicos, bem como o desenvolvimento e transformação do cenário mundial, da mesma forma que trouxe a baila as questões que levaram a “Queda do Muro de Berlim”, representando o fim do sistema internacional conhecido como “Guerra Fria”. Imediatamente após explicar os acontecimentos de 1989, explicou aspectos do neoliberlaismo tratado na época, aspectos da globalização, do mundo pós-moderno, bem como de seus avanços e retrocessos.

 

Enfocou as explicações da “Nova Ordem Mundial” pós  “Guerra Fria”, o desmantelamento da União Soviética,  a era Bush (pai) e a América Latina a partir do “Consenso de Washington”, Da mesma forma que trouxe elementos para a compreensão do significado da Ásia para o Ocidente e a reboque dessas explicações destrinchou aspectos da política externa russa, chinesa e indiana.

 

Sobre o mundo do “pós -11 de setembro” tratou da “guerra ao terrorismo”, da política de Bush Jr. e da estratégia dos “falcões” na geopolítica dos Estados Unidos para o mundo,  particularmente para as questões do Oriente Médio.

 

Finalizou traçando um cenário otimista no relacionamento das Nações do Século XXI, razão pela qual apostou num futuro de paz mundial, com relevante papel para o Brasil.